E começamos o periodo 2013.1. Vou postar as materias relativos ao 6º período, licenciatura: Brasil IV e Contemporânea II.
É isso.
Aguardem as postagens.
Abraços.
Alessandra Santos
*Resumos das matérias do curso de História, licenciatura, 6º período - 2013.1, da UGF/RJ* (tem matérias também dos 4º e 5º períodos) - atualizado semanalmente - ** Contatos para aulas: ale_santost@hotmail.com - Rio de Janeiro/RJ ** Blog com meu trabalho no município: http://blogdaprofessoraale.blogspot.com.br/
segunda-feira, 22 de abril de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
AMERICA 3 - AULA 27/11
AMERICA 3 - AULA 27/11
ANOS 70 E 80
Observa-se
a crise das ditaduras que se deram por alguns fatores. As ditaduras tiveram
como fracasso as suas politicas econômicas , além de criticas externas sobre a
violação dos direitos humanos. Os países latino americanos buscaram empréstimos
externos e desta forma a inflação
cresceu. Com a recessão econômica começa a ter mobilizações em função a
recuperar os salários e em prol de questões trabalhistas. No brasil, por exemplo, se vê greves no ABC
paulista e também o surgimento da CUT. As classes medias que tinham apoiado os
golpes se posicionam agora contra estes
regimes e começam a apoiar o MDB partido de oposição – aqui no brasil. Começam
também a fazer denuncias sobre a
questão politica, a falta de democracia
e liberdade. Deixaram também de ter medo do comunismo já que os movimentos de
esquerda estavam desmantelados e desorganizados, já que o próprio socialismo
estava passando por uma crise e seus militantes estavam revendo conceitos. Então
o combate ao comunismo o que sustentava as ditaduras militares se enfraqueceu e
isto levou a sua crise. Com a crise das
ditaduras houve um processo de redemocratização e assim se vê eleições. É a
retomada de regimes constitucionais e formalmente democráticos e organização de
novos partidos. Este processo de
redemocratização foi um processo conservador, já que no social não houve
mudanças com abertura politica. Democracia passou a ser palavra de ordem e a
mobilização popular esperava que esta democracia fosse politica, social e
econômica e a retomada de projetos de desenvolvimento nacional e do mercado
interno. Estas expectativas foram frustradas porque os governos eleitos eram
moderados que não modificaram a politica
econômica, continuando procurar o FMI e empréstimos externos. Isto agravou a
crise econômica, aumentou a inflação, e a década de 80 foi chamada de a década
perdida, ,devido a esta estagnação econômica. Vários planos econômicos foram
feitos, como congelamento de salários e preços, o que gerou entusiasmo mas logo
comerciantes e produtores boicotavam o plano e com isso só os salários ficavam
congelados. Outra mudança foi a da moeda para dar legitimidade aos planos. Em
suma, este processo conservador levou ao agravamento da crise econômica. Outro
elemento é o afastamento das forças armadas do poder, mas que continuaram a ter
pesos nestes governos , onde desta forma, as burguesias e grupos econômicos
internacionais foram os beneficiados com estes planos econômicos. Muitos
conservadores disseram que a democracia é que foi culpada pela crise, mas na
verdade a crise é oriunda do governo militar. Em termos políticos o fim da
ditadura foi um avanço pois se viu o fim das repressões arbitrarias.
ANOS 90
A
crise econômica se tornou acentuada e houve a tentativa de muda-la com a adesão
ao neoliberalismo, através de pacotes econômicos , privatizações, abertura do
mercado internacional e entrada sem restrições de produtos do exterior através
da diminuição dos impostos. Liberalismo
é uma pratica onde o estado tem pouca atuação na economia, e portanto o
neoliberalismo age como tal com o foco de ter menos impostos para o grande
capital privado poder atuar. Isto acontece gastando menos com o social e assim
os impostos ficam menores. Houve
otimismo e significou a entrada de produtos estrangeiros e combate a inflação,
e melhoria do poder aquisitivo das classes medias. Mas, ocorre o aumento da dependência externa
devido as privatizações e maior desigualdade social pela concentração de renda
nas mãos de poucos. Ocorre o aumento da miséria, da corrupção, partidos entram
em crise e portando começam candidaturas de pessoas que não tinham uma
trajetória politica. Ocorre os movimentos sociais de novo tipo, ou seja,
movimentos que se contrapõe ao modelo neoliberal de capitalismo do
capitalismo e as privatizações, como os
movimentos do sem terra, da reforma agraria e dos piqueteiros na argentina e
também pequenas cooperativas que queriam gerar mais empregos. Ocorrem fóruns sociais mundiais, onde o
objetivo não é ser contrario ao capitalismo e sim reivindicar questões de
politica social.
ANOS 2000
Ocorre
a mudança no cenário politico com eleições de governos ou composições de
esquerda. Houve um freio nas privatizações, mas o que foi privatizado não foi
renacionalizado. São governos que aplicam politicas sociais como o bolsa
família no brasil e como resultado houve uma diminuição na desigualdade social,
incentivo na produção e no consumo, crescimento econômico. Houve a crise
mundial do capitalismo, mas de uma forma diferente pois foi mais acentuada em
países centrais como os eua e europa e não nos mais pobres como os da américa
latina. O estado volta a ter controle na economia e colocação de programas
sociais, onde na Venezuela esses programas se chamam missões, que englobam
saúde, educação e reforma agraria. Existem governos de politica moderados e os
radicais, onde estes fizeram transformações politicas constitucionais através
de plebiscitos como no caso da Venezuela que extinguiram o senado. É uma
situação permanente de conflitos neste caso dos radicais, apesar que mesmo com
todo este discurso o principal comprador do petróleo venezuelano são os eua.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
AMERICA 3 - AULA 13/11
AMERICA 3 - AULA 13/11
DITADURAS MILITARES NA AMERICA LATINA
- O surgimento das ditaduras foram por golpes promovidos pelas forças armadas com apoio da burguesia, classes medias e oligarquias.
- O principal alvo das ditaduras são os movimentos da esquerda atraves da repressão.
SEMINARIO DITADURA NO CHILE
Wallace e Calvin
- Os eua tiveram influencias nas ditaduras da america latina.
- O chile até 73 tem um vies democratico, com alianças entre a burguesia e a classe media.
- nas eleições ganha Allende do partido socialista e implanta a via chilena para o socialismo, pautado na constituição.
- faz um plano de aumento salarial para tornar os trabalhadores consumidores.
- no contexto de guerra fria os EUA começam a interferir com um bloqueio economico.
- houve boicotes dos proprietarios de terra contra o governo de criar instabilidade interna e assim a população ficou contra Allende, assim como as classes medias.
- em 73 ocorre um golpe militar contra allende e Pinochet entra no poder, um governo autoritario e repressor. Ele sai da presidencia e se torna senador, uma estrategia onde o chile melhorou economicamente , mas houve crises devido ao governo autoritario. Em 98 Pinochet é preso na espanha por crimes a espanhois no chile.
SEMINARIO DITADURA NA ARGENTINA
Aline, Janderson, Elisangela e Vanessa
- começou por um golpe militar, uma sucessão de golpes.
- observa-se uma repressão politica e aumento da inflação
- ocorrem movimentos populares inspirados na rev. cubana
- houve a volta do governo Peron, mas este morre e fica no seu lugar sua atual esposa Isabelita, que muda o sistema politico voltado para a oligarquia.
- argentina é um pais que divide opinioes entre o nacionalismo de peron e os contrarios a isso.
- houve golpe de estado e argentina se tornou muito repressora, com o discurso de salvar uma sociedade cristã do comunismo.
- ocorreu a figura do desaparecido, onde o auge foram as maes de maio.
- apos greves e passeatas o governo ditador não se sustentou e foram feitas eleições democraticas, devido a guerra das malvinas que acelerou o fim da ditadura.
DITADURAS MILITARES NA AMERICA LATINA
- O surgimento das ditaduras foram por golpes promovidos pelas forças armadas com apoio da burguesia, classes medias e oligarquias.
- O principal alvo das ditaduras são os movimentos da esquerda atraves da repressão.
SEMINARIO DITADURA NO CHILE
Wallace e Calvin
- Os eua tiveram influencias nas ditaduras da america latina.
- O chile até 73 tem um vies democratico, com alianças entre a burguesia e a classe media.
- nas eleições ganha Allende do partido socialista e implanta a via chilena para o socialismo, pautado na constituição.
- faz um plano de aumento salarial para tornar os trabalhadores consumidores.
- no contexto de guerra fria os EUA começam a interferir com um bloqueio economico.
- houve boicotes dos proprietarios de terra contra o governo de criar instabilidade interna e assim a população ficou contra Allende, assim como as classes medias.
- em 73 ocorre um golpe militar contra allende e Pinochet entra no poder, um governo autoritario e repressor. Ele sai da presidencia e se torna senador, uma estrategia onde o chile melhorou economicamente , mas houve crises devido ao governo autoritario. Em 98 Pinochet é preso na espanha por crimes a espanhois no chile.
SEMINARIO DITADURA NA ARGENTINA
Aline, Janderson, Elisangela e Vanessa
- começou por um golpe militar, uma sucessão de golpes.
- observa-se uma repressão politica e aumento da inflação
- ocorrem movimentos populares inspirados na rev. cubana
- houve a volta do governo Peron, mas este morre e fica no seu lugar sua atual esposa Isabelita, que muda o sistema politico voltado para a oligarquia.
- argentina é um pais que divide opinioes entre o nacionalismo de peron e os contrarios a isso.
- houve golpe de estado e argentina se tornou muito repressora, com o discurso de salvar uma sociedade cristã do comunismo.
- ocorreu a figura do desaparecido, onde o auge foram as maes de maio.
- apos greves e passeatas o governo ditador não se sustentou e foram feitas eleições democraticas, devido a guerra das malvinas que acelerou o fim da ditadura.
sábado, 24 de novembro de 2012
CONTEMPORANEA AULA 8/11 e 22/11
COnTEMPORANEA AULA 8/11 e 22/11
O ESTADO NACIONAL NO SECULO XIX : O SURGIMENTO DO ESTADO NAÇÃO NO SECULO XIX
- o sentimento de nação está ligado tanto a constituição quanto ao sentimento.
- a palavra nação já existia entretanto até o seculo XVIII não se fala num pais e sim num local de nascimento. A grande mudança vem com a revolução francesa e nação passa a habitar o campo politico, o estado-nação, onde existe um novo poder baseado na soberania popular.
- agora o estado não é mais o rei e sim o povo, conjunto de cidadãos dotados de liberdade. Nação é uma entidade politica cuja base é a vontade do cidadão. Nação agora é vinculação de territorio e assim se vê até onde vai a soberania de um povo,pois sem territorio nação é apenas um projeto e ela precisa de uma base de construção de territorio nacional.
- a nação com sinonimo de cidadania é uma entidade coletiva cujo o ato de vontade é dos cidadãos. esta cidadania é a chave da nacionalidade, adquirida ao nascer, mas se quisermos podemos adiquirir uma nova cidadania.
- em suma:nação é uma entidade que se define em termos juridicos e cidadania depende da vontade individual.
- mas não é só a constituição que define uma nação, também é a cultura representada pela lingua nacional e caracteristicas etnicas.
- então para o romantismo nação é destino e para o liberalismo nação é escolha.
- existem portanto duas versões para nação.
- a versão de Herder, alemão, a expressão nação é etnocultural.Isto se deve ao modelo inspirado na revolução francesa. Ou seja, é uma resposta ao iluminismo, onde nação não é uma escolha humana e sim se fundamenta nos laços dos membros da sociedade. Esta pretensão que o iluminismo tem de exportar para o mundo o que é nação se baseia que todos os seres humanos falam a mesma lingua da razão e portanto cosmopolita. Então Herder recusa este cosmopolitismo, pois é importante valorizar o que é proprio de cada nação. Segundo o iluminismo nação é uma etapa , dando lugar a uma unica naçao que é a humanidade.
- a versão de Renan, frances, a nação é uma questão de escolha, pois a nacionalidade pode gerar guerra. A cultura de cada povo é importante,mas o mais importante é a escolha racional de qual cultura se quer pertencer.
O ESTADO NACIONAL NO SECULO XIX : O SURGIMENTO DO ESTADO NAÇÃO NO SECULO XIX
- o sentimento de nação está ligado tanto a constituição quanto ao sentimento.
- a palavra nação já existia entretanto até o seculo XVIII não se fala num pais e sim num local de nascimento. A grande mudança vem com a revolução francesa e nação passa a habitar o campo politico, o estado-nação, onde existe um novo poder baseado na soberania popular.
- agora o estado não é mais o rei e sim o povo, conjunto de cidadãos dotados de liberdade. Nação é uma entidade politica cuja base é a vontade do cidadão. Nação agora é vinculação de territorio e assim se vê até onde vai a soberania de um povo,pois sem territorio nação é apenas um projeto e ela precisa de uma base de construção de territorio nacional.
- a nação com sinonimo de cidadania é uma entidade coletiva cujo o ato de vontade é dos cidadãos. esta cidadania é a chave da nacionalidade, adquirida ao nascer, mas se quisermos podemos adiquirir uma nova cidadania.
- em suma:nação é uma entidade que se define em termos juridicos e cidadania depende da vontade individual.
- mas não é só a constituição que define uma nação, também é a cultura representada pela lingua nacional e caracteristicas etnicas.
- então para o romantismo nação é destino e para o liberalismo nação é escolha.
- existem portanto duas versões para nação.
- a versão de Herder, alemão, a expressão nação é etnocultural.Isto se deve ao modelo inspirado na revolução francesa. Ou seja, é uma resposta ao iluminismo, onde nação não é uma escolha humana e sim se fundamenta nos laços dos membros da sociedade. Esta pretensão que o iluminismo tem de exportar para o mundo o que é nação se baseia que todos os seres humanos falam a mesma lingua da razão e portanto cosmopolita. Então Herder recusa este cosmopolitismo, pois é importante valorizar o que é proprio de cada nação. Segundo o iluminismo nação é uma etapa , dando lugar a uma unica naçao que é a humanidade.
- a versão de Renan, frances, a nação é uma questão de escolha, pois a nacionalidade pode gerar guerra. A cultura de cada povo é importante,mas o mais importante é a escolha racional de qual cultura se quer pertencer.
CONTEMPORANEA AULA 25/10
CONTEMPORANEA AULA 25/10
SEGUNDA FASE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 1840 A 1895
- ocorre o apice de um novo modelo de produção, onde a era do algodão está sendo substituida pelo ferro, aço e carvão. São as industrias pesadas ou de base.
- Essas industrias são voltadas para empresarios interessados em ampliar a produtividade de seus estabelecimentos, produzindo maquinas e aparelhos necessarios para aperfeiçoar tecnologias.
- é um novo momento do capitalismo, onde a revolução industrial deixa de ser restritamente inglesa e passa a ser difundida em outros lugares como França, Belgica, estados unidos e Japão.
- o simbolo maior desta nova etapa é a ferrovia que leva as pessoas aos seus trabalhos e também leva mercadorias de forma mais rapida e eficaz.
- o maior dilema desta fase é um grande numero de industrias que surgem, produzindo muita riqueza. Então de tempos em tempos essa quantidade de riquezas faz com que ocorram crises de superprodução o que leva ao desemprego e a pobreza. Isto ocorre porque a população se mostra insuficiente para consumir os bens produzidos e assim leva a crise. A logica do capitalismo selvagem, do trabalho com um baixissimo salario nao pode se aplicar mais e por isso se ve melhorias no trabalho e de salario para esses trabalhadores também se tornarem consumidores.
- se vê a criação de sindicatos e de associações de ajuda aos trabalhadores. Esses trabalhadores conquistam o direito de voto e isto leva a mudança nas leis e com isso ocorrem as leis trabalhistas e a legislação previdenciaria.
- em suma a saida para a crise da superprodução foi tornar os trabalhadores consumidores e ampliar mercados através do imperialismo.
SEGUNDA FASE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 1840 A 1895
- ocorre o apice de um novo modelo de produção, onde a era do algodão está sendo substituida pelo ferro, aço e carvão. São as industrias pesadas ou de base.
- Essas industrias são voltadas para empresarios interessados em ampliar a produtividade de seus estabelecimentos, produzindo maquinas e aparelhos necessarios para aperfeiçoar tecnologias.
- é um novo momento do capitalismo, onde a revolução industrial deixa de ser restritamente inglesa e passa a ser difundida em outros lugares como França, Belgica, estados unidos e Japão.
- o simbolo maior desta nova etapa é a ferrovia que leva as pessoas aos seus trabalhos e também leva mercadorias de forma mais rapida e eficaz.
- o maior dilema desta fase é um grande numero de industrias que surgem, produzindo muita riqueza. Então de tempos em tempos essa quantidade de riquezas faz com que ocorram crises de superprodução o que leva ao desemprego e a pobreza. Isto ocorre porque a população se mostra insuficiente para consumir os bens produzidos e assim leva a crise. A logica do capitalismo selvagem, do trabalho com um baixissimo salario nao pode se aplicar mais e por isso se ve melhorias no trabalho e de salario para esses trabalhadores também se tornarem consumidores.
- se vê a criação de sindicatos e de associações de ajuda aos trabalhadores. Esses trabalhadores conquistam o direito de voto e isto leva a mudança nas leis e com isso ocorrem as leis trabalhistas e a legislação previdenciaria.
- em suma a saida para a crise da superprodução foi tornar os trabalhadores consumidores e ampliar mercados através do imperialismo.
CONTEMPORANEA 1 - AULA 18/10
CONTEMPORANEA - AULA 18/10
POBREZA URBANA
- Andrews relata os bairros londrinos, onde existia um contraste social e geografica oriunda da desigualdade de riquezas.
- verifica-se uma falta de planejamento urbano devido ao crescimento acelerado da população. As consequencias são a falta de higiene e conforto. Já nos bairros ricos as avenidas são amplas e bem planejadas. Nos pobres 3 a 4 familias dispunham de um mesmo local para morar, em cortiços. Já os ricos moravam em mansões.
- Os autores destes relatos fazem parte deste passado e portanto pode ter um preconceito inserido neste relato, um exemplo é falar que os pobres são sujos quando na verdade não existia rede de esgoto no local onde moram.
- londres no final do seculo XIX sofreu reformas urbanas para deslocar a pobreza urbana para as periferias. Mas existia falha nos transportes para levar os mais pobres aos trabalhos no centro, se tornando a periferia uma crise habitacional. Esses bairros pobres eram como colonias, como se fossem pedaços separados das cidades. Esses bairros eram vistos como perigosos pois eram focos de epidemias e lar de classes perigosos como prostitutas e ladroes.
- aconteciam muitas revoltas populares devido a eventos como o aumento do preço do pão, ou por desemprego. Isto causava medo nos ricos que dividiam os pobres em dois tipos: da classe trabalhadora, que era uma pobreza que era integrada à sociedade e dos pobres residuo social, ou seja, não possuiam trabalho oficial, ficavam a margem da sociedade. Então combater a pobreza é uma reforma moral e por isso a politica tentava disciplinar essa pobreza urbana.
- O objetivo é que londres se tornasse como Manchester que não tinha vicios, se tornando um modelo de cidade. Desta forma a saida para esta pobreza residual era a disciplina do relogio e do trabalho ligado a religião protestante. Essas pessoas iam para a work house, um lugar de caridade, mas tambem de muito trabalho e de prisão, onde a ideia era de acostumar esses pobres ao trabalho e assim moraliza-los.
POBREZA URBANA
- Andrews relata os bairros londrinos, onde existia um contraste social e geografica oriunda da desigualdade de riquezas.
- verifica-se uma falta de planejamento urbano devido ao crescimento acelerado da população. As consequencias são a falta de higiene e conforto. Já nos bairros ricos as avenidas são amplas e bem planejadas. Nos pobres 3 a 4 familias dispunham de um mesmo local para morar, em cortiços. Já os ricos moravam em mansões.
- Os autores destes relatos fazem parte deste passado e portanto pode ter um preconceito inserido neste relato, um exemplo é falar que os pobres são sujos quando na verdade não existia rede de esgoto no local onde moram.
- londres no final do seculo XIX sofreu reformas urbanas para deslocar a pobreza urbana para as periferias. Mas existia falha nos transportes para levar os mais pobres aos trabalhos no centro, se tornando a periferia uma crise habitacional. Esses bairros pobres eram como colonias, como se fossem pedaços separados das cidades. Esses bairros eram vistos como perigosos pois eram focos de epidemias e lar de classes perigosos como prostitutas e ladroes.
- aconteciam muitas revoltas populares devido a eventos como o aumento do preço do pão, ou por desemprego. Isto causava medo nos ricos que dividiam os pobres em dois tipos: da classe trabalhadora, que era uma pobreza que era integrada à sociedade e dos pobres residuo social, ou seja, não possuiam trabalho oficial, ficavam a margem da sociedade. Então combater a pobreza é uma reforma moral e por isso a politica tentava disciplinar essa pobreza urbana.
- O objetivo é que londres se tornasse como Manchester que não tinha vicios, se tornando um modelo de cidade. Desta forma a saida para esta pobreza residual era a disciplina do relogio e do trabalho ligado a religião protestante. Essas pessoas iam para a work house, um lugar de caridade, mas tambem de muito trabalho e de prisão, onde a ideia era de acostumar esses pobres ao trabalho e assim moraliza-los.
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