AMERICA 3 - AULA 13/11
DITADURAS MILITARES NA AMERICA LATINA
- O surgimento das ditaduras foram por golpes promovidos pelas forças armadas com apoio da burguesia, classes medias e oligarquias.
- O principal alvo das ditaduras são os movimentos da esquerda atraves da repressão.
SEMINARIO DITADURA NO CHILE
Wallace e Calvin
- Os eua tiveram influencias nas ditaduras da america latina.
- O chile até 73 tem um vies democratico, com alianças entre a burguesia e a classe media.
- nas eleições ganha Allende do partido socialista e implanta a via chilena para o socialismo, pautado na constituição.
- faz um plano de aumento salarial para tornar os trabalhadores consumidores.
- no contexto de guerra fria os EUA começam a interferir com um bloqueio economico.
- houve boicotes dos proprietarios de terra contra o governo de criar instabilidade interna e assim a população ficou contra Allende, assim como as classes medias.
- em 73 ocorre um golpe militar contra allende e Pinochet entra no poder, um governo autoritario e repressor. Ele sai da presidencia e se torna senador, uma estrategia onde o chile melhorou economicamente , mas houve crises devido ao governo autoritario. Em 98 Pinochet é preso na espanha por crimes a espanhois no chile.
SEMINARIO DITADURA NA ARGENTINA
Aline, Janderson, Elisangela e Vanessa
- começou por um golpe militar, uma sucessão de golpes.
- observa-se uma repressão politica e aumento da inflação
- ocorrem movimentos populares inspirados na rev. cubana
- houve a volta do governo Peron, mas este morre e fica no seu lugar sua atual esposa Isabelita, que muda o sistema politico voltado para a oligarquia.
- argentina é um pais que divide opinioes entre o nacionalismo de peron e os contrarios a isso.
- houve golpe de estado e argentina se tornou muito repressora, com o discurso de salvar uma sociedade cristã do comunismo.
- ocorreu a figura do desaparecido, onde o auge foram as maes de maio.
- apos greves e passeatas o governo ditador não se sustentou e foram feitas eleições democraticas, devido a guerra das malvinas que acelerou o fim da ditadura.
*Resumos das matérias do curso de História, licenciatura, 6º período - 2013.1, da UGF/RJ* (tem matérias também dos 4º e 5º períodos) - atualizado semanalmente - ** Contatos para aulas: ale_santost@hotmail.com - Rio de Janeiro/RJ ** Blog com meu trabalho no município: http://blogdaprofessoraale.blogspot.com.br/
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
CONTEMPORANEA AULA 8/11 e 22/11
COnTEMPORANEA AULA 8/11 e 22/11
O ESTADO NACIONAL NO SECULO XIX : O SURGIMENTO DO ESTADO NAÇÃO NO SECULO XIX
- o sentimento de nação está ligado tanto a constituição quanto ao sentimento.
- a palavra nação já existia entretanto até o seculo XVIII não se fala num pais e sim num local de nascimento. A grande mudança vem com a revolução francesa e nação passa a habitar o campo politico, o estado-nação, onde existe um novo poder baseado na soberania popular.
- agora o estado não é mais o rei e sim o povo, conjunto de cidadãos dotados de liberdade. Nação é uma entidade politica cuja base é a vontade do cidadão. Nação agora é vinculação de territorio e assim se vê até onde vai a soberania de um povo,pois sem territorio nação é apenas um projeto e ela precisa de uma base de construção de territorio nacional.
- a nação com sinonimo de cidadania é uma entidade coletiva cujo o ato de vontade é dos cidadãos. esta cidadania é a chave da nacionalidade, adquirida ao nascer, mas se quisermos podemos adiquirir uma nova cidadania.
- em suma:nação é uma entidade que se define em termos juridicos e cidadania depende da vontade individual.
- mas não é só a constituição que define uma nação, também é a cultura representada pela lingua nacional e caracteristicas etnicas.
- então para o romantismo nação é destino e para o liberalismo nação é escolha.
- existem portanto duas versões para nação.
- a versão de Herder, alemão, a expressão nação é etnocultural.Isto se deve ao modelo inspirado na revolução francesa. Ou seja, é uma resposta ao iluminismo, onde nação não é uma escolha humana e sim se fundamenta nos laços dos membros da sociedade. Esta pretensão que o iluminismo tem de exportar para o mundo o que é nação se baseia que todos os seres humanos falam a mesma lingua da razão e portanto cosmopolita. Então Herder recusa este cosmopolitismo, pois é importante valorizar o que é proprio de cada nação. Segundo o iluminismo nação é uma etapa , dando lugar a uma unica naçao que é a humanidade.
- a versão de Renan, frances, a nação é uma questão de escolha, pois a nacionalidade pode gerar guerra. A cultura de cada povo é importante,mas o mais importante é a escolha racional de qual cultura se quer pertencer.
O ESTADO NACIONAL NO SECULO XIX : O SURGIMENTO DO ESTADO NAÇÃO NO SECULO XIX
- o sentimento de nação está ligado tanto a constituição quanto ao sentimento.
- a palavra nação já existia entretanto até o seculo XVIII não se fala num pais e sim num local de nascimento. A grande mudança vem com a revolução francesa e nação passa a habitar o campo politico, o estado-nação, onde existe um novo poder baseado na soberania popular.
- agora o estado não é mais o rei e sim o povo, conjunto de cidadãos dotados de liberdade. Nação é uma entidade politica cuja base é a vontade do cidadão. Nação agora é vinculação de territorio e assim se vê até onde vai a soberania de um povo,pois sem territorio nação é apenas um projeto e ela precisa de uma base de construção de territorio nacional.
- a nação com sinonimo de cidadania é uma entidade coletiva cujo o ato de vontade é dos cidadãos. esta cidadania é a chave da nacionalidade, adquirida ao nascer, mas se quisermos podemos adiquirir uma nova cidadania.
- em suma:nação é uma entidade que se define em termos juridicos e cidadania depende da vontade individual.
- mas não é só a constituição que define uma nação, também é a cultura representada pela lingua nacional e caracteristicas etnicas.
- então para o romantismo nação é destino e para o liberalismo nação é escolha.
- existem portanto duas versões para nação.
- a versão de Herder, alemão, a expressão nação é etnocultural.Isto se deve ao modelo inspirado na revolução francesa. Ou seja, é uma resposta ao iluminismo, onde nação não é uma escolha humana e sim se fundamenta nos laços dos membros da sociedade. Esta pretensão que o iluminismo tem de exportar para o mundo o que é nação se baseia que todos os seres humanos falam a mesma lingua da razão e portanto cosmopolita. Então Herder recusa este cosmopolitismo, pois é importante valorizar o que é proprio de cada nação. Segundo o iluminismo nação é uma etapa , dando lugar a uma unica naçao que é a humanidade.
- a versão de Renan, frances, a nação é uma questão de escolha, pois a nacionalidade pode gerar guerra. A cultura de cada povo é importante,mas o mais importante é a escolha racional de qual cultura se quer pertencer.
CONTEMPORANEA AULA 25/10
CONTEMPORANEA AULA 25/10
SEGUNDA FASE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 1840 A 1895
- ocorre o apice de um novo modelo de produção, onde a era do algodão está sendo substituida pelo ferro, aço e carvão. São as industrias pesadas ou de base.
- Essas industrias são voltadas para empresarios interessados em ampliar a produtividade de seus estabelecimentos, produzindo maquinas e aparelhos necessarios para aperfeiçoar tecnologias.
- é um novo momento do capitalismo, onde a revolução industrial deixa de ser restritamente inglesa e passa a ser difundida em outros lugares como França, Belgica, estados unidos e Japão.
- o simbolo maior desta nova etapa é a ferrovia que leva as pessoas aos seus trabalhos e também leva mercadorias de forma mais rapida e eficaz.
- o maior dilema desta fase é um grande numero de industrias que surgem, produzindo muita riqueza. Então de tempos em tempos essa quantidade de riquezas faz com que ocorram crises de superprodução o que leva ao desemprego e a pobreza. Isto ocorre porque a população se mostra insuficiente para consumir os bens produzidos e assim leva a crise. A logica do capitalismo selvagem, do trabalho com um baixissimo salario nao pode se aplicar mais e por isso se ve melhorias no trabalho e de salario para esses trabalhadores também se tornarem consumidores.
- se vê a criação de sindicatos e de associações de ajuda aos trabalhadores. Esses trabalhadores conquistam o direito de voto e isto leva a mudança nas leis e com isso ocorrem as leis trabalhistas e a legislação previdenciaria.
- em suma a saida para a crise da superprodução foi tornar os trabalhadores consumidores e ampliar mercados através do imperialismo.
SEGUNDA FASE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 1840 A 1895
- ocorre o apice de um novo modelo de produção, onde a era do algodão está sendo substituida pelo ferro, aço e carvão. São as industrias pesadas ou de base.
- Essas industrias são voltadas para empresarios interessados em ampliar a produtividade de seus estabelecimentos, produzindo maquinas e aparelhos necessarios para aperfeiçoar tecnologias.
- é um novo momento do capitalismo, onde a revolução industrial deixa de ser restritamente inglesa e passa a ser difundida em outros lugares como França, Belgica, estados unidos e Japão.
- o simbolo maior desta nova etapa é a ferrovia que leva as pessoas aos seus trabalhos e também leva mercadorias de forma mais rapida e eficaz.
- o maior dilema desta fase é um grande numero de industrias que surgem, produzindo muita riqueza. Então de tempos em tempos essa quantidade de riquezas faz com que ocorram crises de superprodução o que leva ao desemprego e a pobreza. Isto ocorre porque a população se mostra insuficiente para consumir os bens produzidos e assim leva a crise. A logica do capitalismo selvagem, do trabalho com um baixissimo salario nao pode se aplicar mais e por isso se ve melhorias no trabalho e de salario para esses trabalhadores também se tornarem consumidores.
- se vê a criação de sindicatos e de associações de ajuda aos trabalhadores. Esses trabalhadores conquistam o direito de voto e isto leva a mudança nas leis e com isso ocorrem as leis trabalhistas e a legislação previdenciaria.
- em suma a saida para a crise da superprodução foi tornar os trabalhadores consumidores e ampliar mercados através do imperialismo.
CONTEMPORANEA 1 - AULA 18/10
CONTEMPORANEA - AULA 18/10
POBREZA URBANA
- Andrews relata os bairros londrinos, onde existia um contraste social e geografica oriunda da desigualdade de riquezas.
- verifica-se uma falta de planejamento urbano devido ao crescimento acelerado da população. As consequencias são a falta de higiene e conforto. Já nos bairros ricos as avenidas são amplas e bem planejadas. Nos pobres 3 a 4 familias dispunham de um mesmo local para morar, em cortiços. Já os ricos moravam em mansões.
- Os autores destes relatos fazem parte deste passado e portanto pode ter um preconceito inserido neste relato, um exemplo é falar que os pobres são sujos quando na verdade não existia rede de esgoto no local onde moram.
- londres no final do seculo XIX sofreu reformas urbanas para deslocar a pobreza urbana para as periferias. Mas existia falha nos transportes para levar os mais pobres aos trabalhos no centro, se tornando a periferia uma crise habitacional. Esses bairros pobres eram como colonias, como se fossem pedaços separados das cidades. Esses bairros eram vistos como perigosos pois eram focos de epidemias e lar de classes perigosos como prostitutas e ladroes.
- aconteciam muitas revoltas populares devido a eventos como o aumento do preço do pão, ou por desemprego. Isto causava medo nos ricos que dividiam os pobres em dois tipos: da classe trabalhadora, que era uma pobreza que era integrada à sociedade e dos pobres residuo social, ou seja, não possuiam trabalho oficial, ficavam a margem da sociedade. Então combater a pobreza é uma reforma moral e por isso a politica tentava disciplinar essa pobreza urbana.
- O objetivo é que londres se tornasse como Manchester que não tinha vicios, se tornando um modelo de cidade. Desta forma a saida para esta pobreza residual era a disciplina do relogio e do trabalho ligado a religião protestante. Essas pessoas iam para a work house, um lugar de caridade, mas tambem de muito trabalho e de prisão, onde a ideia era de acostumar esses pobres ao trabalho e assim moraliza-los.
POBREZA URBANA
- Andrews relata os bairros londrinos, onde existia um contraste social e geografica oriunda da desigualdade de riquezas.
- verifica-se uma falta de planejamento urbano devido ao crescimento acelerado da população. As consequencias são a falta de higiene e conforto. Já nos bairros ricos as avenidas são amplas e bem planejadas. Nos pobres 3 a 4 familias dispunham de um mesmo local para morar, em cortiços. Já os ricos moravam em mansões.
- Os autores destes relatos fazem parte deste passado e portanto pode ter um preconceito inserido neste relato, um exemplo é falar que os pobres são sujos quando na verdade não existia rede de esgoto no local onde moram.
- londres no final do seculo XIX sofreu reformas urbanas para deslocar a pobreza urbana para as periferias. Mas existia falha nos transportes para levar os mais pobres aos trabalhos no centro, se tornando a periferia uma crise habitacional. Esses bairros pobres eram como colonias, como se fossem pedaços separados das cidades. Esses bairros eram vistos como perigosos pois eram focos de epidemias e lar de classes perigosos como prostitutas e ladroes.
- aconteciam muitas revoltas populares devido a eventos como o aumento do preço do pão, ou por desemprego. Isto causava medo nos ricos que dividiam os pobres em dois tipos: da classe trabalhadora, que era uma pobreza que era integrada à sociedade e dos pobres residuo social, ou seja, não possuiam trabalho oficial, ficavam a margem da sociedade. Então combater a pobreza é uma reforma moral e por isso a politica tentava disciplinar essa pobreza urbana.
- O objetivo é que londres se tornasse como Manchester que não tinha vicios, se tornando um modelo de cidade. Desta forma a saida para esta pobreza residual era a disciplina do relogio e do trabalho ligado a religião protestante. Essas pessoas iam para a work house, um lugar de caridade, mas tambem de muito trabalho e de prisão, onde a ideia era de acostumar esses pobres ao trabalho e assim moraliza-los.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
CONTEMPORANEA 1 - AULA 11/10
CONTEMPORANEA 1 - AULA 11/10
CRITICAS A DESIGUALDADE SOCIAL E QUESTÕES SOBRE O TRABALHO PROLETARIADO E QUALIFICADO
- a visão da desigualdade aparecia nas cidades de uma forma forte e isso abriu portas para uma critica social. É um quadro de riqueza crescente marcante na primeira metade no seculo XIX.
- a industrialização traz o consumo, mas ela passou por cima dos trabalhadores devido ao capitalismo selvagem.
- surge o proletario moderno, um novo tipo de trabalhador. Tudo muda quando a unica relação de empregado e empregador é em forma de contrato e não mais por uma questão moral.
- este contrato prende os trabalhadores de 12 a 14 horas diarias, domingo de folga, sem ferias, ausencia de proteção legal, sem previdencia.
- Em suma uma dependencia do trabalho significa uma maior dependencia do patrão, pois o salario de fome era um instrumento de subordinação politica. A regra era de pagar os salarios mais baixos já que não existia tantas fabricas nem se produzia tanto. Com isso ainda não havia o consumo dos trabalhadores e nem problemas de superprodução.
- é a necessidade de sobrevivencia que faz os trabalhadores cumprirem estas jornadas abusivas.
- o trabalhador qualificado pode ser visto na forma de um sapateiro, alfaiate, marceneiros, ou seja, valorizados pela especialidade, atingidos pela concorrencia industrial. Acabam se transformando em proletarios.
- o trabalhador vai perdendo sua liberdade de escolha e se torna um apendice da maquina a vapor. Isso levou a uma perda cultural de valores, como o habito de celebrar datas. Em suma, o trabalho não é mais para ascensão e sim para se manter.
- na sociedade pre industrial tempo não é dinheiro. Há uma resistencia de trabalhadores, quebra de maquinas, e se formam sindicatos. Ocorrem atentados contra patrões e gerentes.
- Desta forma os trabalhadores tentam obrigar os patroes a aumentar os salarios, proibir o trabalho infantil e a aquisição da semana inglesa.
contribuição: Juliana
CRITICAS A DESIGUALDADE SOCIAL E QUESTÕES SOBRE O TRABALHO PROLETARIADO E QUALIFICADO
- a visão da desigualdade aparecia nas cidades de uma forma forte e isso abriu portas para uma critica social. É um quadro de riqueza crescente marcante na primeira metade no seculo XIX.
- a industrialização traz o consumo, mas ela passou por cima dos trabalhadores devido ao capitalismo selvagem.
- surge o proletario moderno, um novo tipo de trabalhador. Tudo muda quando a unica relação de empregado e empregador é em forma de contrato e não mais por uma questão moral.
- este contrato prende os trabalhadores de 12 a 14 horas diarias, domingo de folga, sem ferias, ausencia de proteção legal, sem previdencia.
- Em suma uma dependencia do trabalho significa uma maior dependencia do patrão, pois o salario de fome era um instrumento de subordinação politica. A regra era de pagar os salarios mais baixos já que não existia tantas fabricas nem se produzia tanto. Com isso ainda não havia o consumo dos trabalhadores e nem problemas de superprodução.
- é a necessidade de sobrevivencia que faz os trabalhadores cumprirem estas jornadas abusivas.
- o trabalhador qualificado pode ser visto na forma de um sapateiro, alfaiate, marceneiros, ou seja, valorizados pela especialidade, atingidos pela concorrencia industrial. Acabam se transformando em proletarios.
- o trabalhador vai perdendo sua liberdade de escolha e se torna um apendice da maquina a vapor. Isso levou a uma perda cultural de valores, como o habito de celebrar datas. Em suma, o trabalho não é mais para ascensão e sim para se manter.
- na sociedade pre industrial tempo não é dinheiro. Há uma resistencia de trabalhadores, quebra de maquinas, e se formam sindicatos. Ocorrem atentados contra patrões e gerentes.
- Desta forma os trabalhadores tentam obrigar os patroes a aumentar os salarios, proibir o trabalho infantil e a aquisição da semana inglesa.
contribuição: Juliana
CONTEMPORANEA 1 - AULA 20/09
CONTEMPORANEA 1 - AULA 20/09
O MANIFESTO COMUNISTA
- o manifesto comunista é uma corrente que se destacou no movimento socialista.
- para o manifesto burgues são os grandes proprietarios das cidades industriais europeias e os donos de fabricas e proletário é o trabalhador, operario.
- o manifesto é um documento historico, contextualizado com o periodo vigente e tem relação com a sociedade capitalista.
- a revolução é pensada de acordo com a concepção geral da humanidade, pois a historia para eles sempre foi a luta de classes.
- luta de classes: expressão que está em jogo a politica, o social, o conflito que acompanha a sociedade no campo das relações economicas no mundo do trabalho. Em suma é um palco da luta entre opressores e oprimidos.
- no seculo XIX Marx acredita ser o apogeu e a conclusão da luta de classes.
- A burguesia tem papel historico fundamental neste contexto pois seu poder economico possui caracteristicas unicas. A dominação burguesa sob a sociedade leva a transformação permanente desta sociedade baseada nos meios de produção. Os interesses burgueses alcançam varios locais e altera as relações sociais, culturais, de valoes.
- a burguesia necessita do crescimento e multiplicação das fabricas para produzir em massa e gerar lucros para o patrão. Com isso a burguesia propicia o surgimento de proletariados e desta forma é a semente para a propria destruição da classe burguesa.
- Isto porque o dominio social dos proletarios vão criar condições para seu fortalecimento e o crescimento de organizações. O seu sentimento sob suas condições de trabalho cria uma consciencia comum de revolta pela desigualdade entre patroes e empregados.
- Esta revolta leva a revolução. A revolução comunista é sinonimo de revolução proletaria e isto abriria espaço para uma sociedade de prosperidade, igualdade e liberdade.
- na verdade a luta de classes não é ainda a verdadeira historia da humanidade pois enquando houver opressores e oprimidos estaremos na pre historia e somente com a mudança deste cenario, com igualdade e fartura é que começaria a verdadeira historia.
contribuição: Rejane
Manifesto comunista, + coisas:
http://www.infoescola.com/sociologia/manifesto-comunista/
O MANIFESTO COMUNISTA
- o manifesto comunista é uma corrente que se destacou no movimento socialista.
- para o manifesto burgues são os grandes proprietarios das cidades industriais europeias e os donos de fabricas e proletário é o trabalhador, operario.
- o manifesto é um documento historico, contextualizado com o periodo vigente e tem relação com a sociedade capitalista.
- a revolução é pensada de acordo com a concepção geral da humanidade, pois a historia para eles sempre foi a luta de classes.
- luta de classes: expressão que está em jogo a politica, o social, o conflito que acompanha a sociedade no campo das relações economicas no mundo do trabalho. Em suma é um palco da luta entre opressores e oprimidos.
- no seculo XIX Marx acredita ser o apogeu e a conclusão da luta de classes.
- A burguesia tem papel historico fundamental neste contexto pois seu poder economico possui caracteristicas unicas. A dominação burguesa sob a sociedade leva a transformação permanente desta sociedade baseada nos meios de produção. Os interesses burgueses alcançam varios locais e altera as relações sociais, culturais, de valoes.
- a burguesia necessita do crescimento e multiplicação das fabricas para produzir em massa e gerar lucros para o patrão. Com isso a burguesia propicia o surgimento de proletariados e desta forma é a semente para a propria destruição da classe burguesa.
- Isto porque o dominio social dos proletarios vão criar condições para seu fortalecimento e o crescimento de organizações. O seu sentimento sob suas condições de trabalho cria uma consciencia comum de revolta pela desigualdade entre patroes e empregados.
- Esta revolta leva a revolução. A revolução comunista é sinonimo de revolução proletaria e isto abriria espaço para uma sociedade de prosperidade, igualdade e liberdade.
- na verdade a luta de classes não é ainda a verdadeira historia da humanidade pois enquando houver opressores e oprimidos estaremos na pre historia e somente com a mudança deste cenario, com igualdade e fartura é que começaria a verdadeira historia.
contribuição: Rejane
Manifesto comunista, + coisas:
http://www.infoescola.com/sociologia/manifesto-comunista/
BRASIL 3 - TEXTOS e links para baixar
BRASIL 3 TEXTOS
Como foi visto na prova de A1 o que a Marilena leva em conta na prova é a sua resposta de acordo com o texto. Baseado nisso, não vou colocar mais meus apontamentos para não atrapalhar os estudos.
mas, vou colocar a lista de textos que vão ser cobrados na A2 e seus links para quem quiser baixa-los. Beijos.
Os Bestializados - introdução, capitulo 1 e 4: http://www.4shared.com/rar/I8Ud4bPz/Os_Bestializados_-_Jos_murilo_.html
A reforma Pereira Passos: uma tentativa de integração urbana
não achei na internet
Formação da classe operaria, livro: O Brasil Republicano:
Não achei o texto, mas achei um artigo que explica o texto -
http://www.revistahominum.com/2012/06/formacao-da-classe-operaria-brasileira.html
coronelismo, enxada e voto: prefácio, capitulo primeiro: http://www.4shared.com/office/Q912I3f0/CORONELISMO_ENXADA_E_VOTO.html
verbete: coronelismo
http://cpdoc.fgv.br/acervo/ dhbb
Canudos, Contestado e Padre Cicero:
não achei na internet
Tenentismo:
não achei na internet
OBS: caso eu ache os outros links, colocarei aqui.
obrigada
Como foi visto na prova de A1 o que a Marilena leva em conta na prova é a sua resposta de acordo com o texto. Baseado nisso, não vou colocar mais meus apontamentos para não atrapalhar os estudos.
mas, vou colocar a lista de textos que vão ser cobrados na A2 e seus links para quem quiser baixa-los. Beijos.
Os Bestializados - introdução, capitulo 1 e 4: http://www.4shared.com/rar/I8Ud4bPz/Os_Bestializados_-_Jos_murilo_.html
A reforma Pereira Passos: uma tentativa de integração urbana
não achei na internet
Formação da classe operaria, livro: O Brasil Republicano:
Não achei o texto, mas achei um artigo que explica o texto -
http://www.revistahominum.com/2012/06/formacao-da-classe-operaria-brasileira.html
coronelismo, enxada e voto: prefácio, capitulo primeiro: http://www.4shared.com/office/Q912I3f0/CORONELISMO_ENXADA_E_VOTO.html
verbete: coronelismo
http://cpdoc.fgv.br/acervo/
Canudos, Contestado e Padre Cicero:
não achei na internet
Tenentismo:
não achei na internet
OBS: caso eu ache os outros links, colocarei aqui.
obrigada
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