sexta-feira, 28 de setembro de 2012

AMERICA 3 - 25/09/2012

AMERICA 3 - 25/09/2012

OS EUA DA 2ª GUERRA A DECADA DE 1970

Os a EUA entraram em conflito na segunda guerra devido ao ataque do japão em peal harbor, mesmo com a opinião publica sendo contraria a entrada na guerra. Mas com este ataque tudo mudou. O Japão tinha por objetivo a hegemonia do pacifico. A alemanha queria a hegemonia alemã pelo mundo. Então Japao, alemanha e italia faziam parte dos paises do eixo.  Os aliados eram a Inglaterra, a URSS e os EUA. Na verdade os EUA foi o país que mais se beneficiou com a guerra pois não foram palco direto do conflito e nem batalhar no seu territorio. Isto fez com que sua industria continuasse produzindo e por isso a economia cresceu na segunda guerra da mesma forma que ocorreu na primeira guerra. Os EUA então se tornou fornecedor dos paises aliados e também foi fornecedor de emprestimos no pós guerra para a reconstrução da europa e também dos paises derrotados.  Na verdade a preocupação dos EUA era com a URSS e sua expansão com o socialismo. POr isso buscou recuperar a alemanha e outros paises para que impedisse a entrada do socialismo nesses territorios. Desta forma os EUA se tornou a principal potencia capitalista apos a segunda guerra e assim principal potencia mundial. A existencia destes dois blocos levou a Guerra Fria, onde seu conceito é porque nunca houve formalmente batalhas diretas e sim disputas por areas de influencia.  Foi uma guerra ideologica, com ausencia  de uma guerra belica. Nos EUA existia um discurso anti comunista. O macarthismo foi um exemplo e foi devido ao senador McCarthy que promoveu interrogatorios a artistas e intelectuais que deveriam confessar que eram comunistas, e assim os EUA seria um civilizador do mundo.

ECONOMIA
Com o fim da segunda guerra houve uma crescente economia até 1972, periodo este conhecido como epoca de ouro, sendo o de maior prosperidade, aumentando seu pib em 250%.  A partir de 1950 ocorre a implementação de multinacionais na america latina, na africa e na asia. Foi uma economia em que as pessoas tinham emprego, melhores salarios, aumento do poder aquisitivo, com politicas publicas e sociais e maior concentração de renda.

SOCIEDADE
A decada de 50 foi marcada por um conservadorismo politico e social, onde o ideal é a contrução de uma familia patriarcal, consumista e religiosa. A midia pregava essas ideias.  As leis de segregação estavam em vigor no sul e no norte existia um racismo cultural.

MOVIMENTOS SOCIAIS
Em 1945 termina a segunda guerra, mas dentro dos EUA, a terra da liberdade, era cheio de preconceito.  A partir da decada de 50 crescem os movimentos sociais. O movimento em prol dos negros é intenso. É o periodo de Martin luther king e Malcon X. O primeiro era um pacifista e o segundo acreditava que os negros deveriam andar armados para sua propria defesa. Era o black power. Na decada de 70 foram abolidas as ultimas leis de segregação. Os negros ampliaram seus direitos, mas por outro lado continuam na pobreza e são discriminados. O movimento feminista teve apogeu na decada de 70 em busca de igualdade de condições, como salarios equiparados aos homens.  A liderança é de Beth Frida com a NOW em busca de direitos iguais.  Ocorreram também movimentos estudantis contra o conservadorismo pela ampliação ao acesso da educação e movimentos pacifistas contra a guerra do vietnã.  Houve também movimentos contra cultura e o mais de destaque foi o movimento hippie que contestava a sociedade e seus padrões conservadores.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

BRASIL 3 - 12/09 E 18/09

BRASIL 3 - AULAS 12/09 E 18/09

JOAQUIM NABUCO E A CAMPANHA ABOLICIONISTA - O ABOLICIONISMO
CENAS DA ABOLIÇÃO - JOSELI MENDONÇA

É certo que já se esperava a republica e a abolição. A historiografia classica diz que o abolicionismo aconteceu devido ao movimento abolicionista e ao estado, onde os escravos eram coitados que não sabiam de seus direitos.  Joseli Mendonça analisou processos da epoca e afirma que existia ações de liberdade, então achar que este escravo era um coitado não procede pois ele sabia dos seus direitos, então a abolição foi uma conquista dele também. Nabuco sabe deste detalhe, mas não o menciona porque seria dizer que não houve integração e Nabuco defendia esta integração como realidade, devido a participação do negro na sociedade com o seu trabalho.

Joaquim Nabuco queria a abolição pra já, devido a chegada do capitalismo no Brasil e a escravidão para estes investidores era considerada um atraso.. Nabuco, monarquista, visualizava uma sobrevida da monarquia se a abolição fosse feita ainda neste reinado. Então o abolicionismo é uma tentativa de manter a monarquia. Outra questão é de defesa do modelo de civilidade para  a sociedade brasileira, já que escravidão não é considerada um ato de civilidade na epoca pois a mentalidade da europa estava voltada para o cientificismo. Sem contar que participando da abolição Nabuco ficaria na historia como a pessoa que participou deste ato de civilidade, ou seja, é um trabalho de criação de memoria.

Mesmo sendo monarquista, Nabuco defendia a abolição em primeiro lugar, devido ao progresso que a abolição traria ao Brasil e de construção de memoria da sua participação no movimento abolicionista. Era monarquista devido ao seu pai que trabalhou em vários altos cargos da monarquia e tb devido ao seu circulo de estudos e de amigos. Então, devido a esses fatos não existe uma contradição dele ser monarquista e abolicionista.

Nabuco era radical no sentido que a raça negra nos  deu um povo, construiu nosso pais e trabalhou para seu funcionamento. Ou seja, a raça negra quando se fala que nos deu um povo é como se ela estivesse integrada, pois a integração significava que não se teve um racha com o senhor, com a sociedade e desta forma seria importante para a manutenção da ordem. Nabuco também era radical quando falava em reforma agraria pois ele pensa no abolicionismo e vislumbra o futuro, ou seja, mais uma vez se volta para a integração do negro nesta sociedade, para que não se cultue o odio devido a escravidão, e para a tanto a solução seria a integraçao do negro como parte da sociedade.  Nabuco também é radical quando se fala num pais fanatizado pela religião, principalmente quando a igreja catolica se envolve com questões do estado.Sem contar que nenhum padre brasileiro ficou a frente de uma causa abolicionista, diferente da europa onde religiosos tratavam a escravidao como um mal assolava o negro tanto na alma quanto no corpo. Nabuco não era radical quando falava que quem levou a abolição para frente não foram os negros e sim a elite e o estado por representa-los, já que os negros não tinham ideia dos seus direitos. Em suma, para nabuco o importante é a reivindicação dos negros, do quanto querem participar, ou seja, até onde seriam cidadãos.. Isso porque participar diretamente significaria que o parlamento não seria importante com suas leis emancipacionistas.

Nabuco fala que é importante que este negro não fique sem trabalho, já que a sociedade vai se tornar capitalista e por isso dá valor quando diz "os negros constroem estradas", porque isto mostra a força do trabalho negro no Brasil. Então o foco se torna a valorização do trabalho no pos abolição, que poderia ter alguns rumos, como a negociação com o seu ex senhor de trabalhar na roça, se ser um alfabetizador de primeiras letras, de treinar os imigrantes para o trabalho, entre outros.


AMERICA 3 - 18/09/2012

AMERICA 3 - 18/09/2012

REVOLUÇÃO MEXICANA (CONTINUAÇÃO)

A revolução mexicana foi um processo com 3 fases distintas:
politica - 1910/1914
social e popular - 1914/1915
burguesa - 1915-1917

A fase politica se caracteriza pela queda do regime oligarquico e a tentativa de estabelecer um regime democratico.  Foi liderado por Madero, onde foi preparado um levante armado simultaneo no dia 20/11/1910. Mas poucas cidades fizeram o levante no dia 20, mas mesmo assim houve um fortalecimento nos campos, onde vemos duas lideranças: Pancho Villa (norte) e Zapatta (sul).  Diaz renuncia em 1911 para evitar a prisão e fuzilamento. Se exilou nos EUA entregando o poder à oposição. Madero ganhou então as novas eleições em 1911. Apesar disso o processo revolucionario continuou pois Madero não ia fazer a reforma agraria, não atendendo as reivindicações sociais, principalmente pelo lado de Zapatta.Os grupos oligarquicos que apoiavam o porfiriato tentavam tomar o poder e assim o governo Madero era fragil. Tinha por caracteristica ser um governo moderado, conservador. Em 1913 houve um golpe liderado por Huerta para retorno do estado oligarquico e assim Madero e seu vice foram fuzilados. Os setores da revolução se organizaram contra este golpe dando novo impulso ao processo revolucionario. Carranza se torna a nova liderança dando inicio ao movimento constitucionalista que queria a volta da constituição de 1857 que era liberal e democrata. Os EUA se envolvem e na tentativa de deixar o governo Huerta mais forte por interesses capitalistas, desembarca suas tropas, mas foi frustrado devido ao ressentimento da população aos americanos. Em 1914 Huerta renuncia e Carranza assume o poder com apoio dos camponeses, mesmo os camponeses se tornando autonomos sobre a  questão da terra. Zapatta lança o plano de ayala que reivindicava a reforma agraria e o retorno das terras comunais aos indios, mas este projeto não era apoiado por Carranza, ocorrendo tensões.

A segunda fase, a social e popular, começa aqui, com a revolução se tornando uma luta social devido a atuação dos camponeses por mudanças.  Ocorre um enfrentamento armado entre Carranza e Zapatta , mesmo ocorrendo a tentativa de acordo atraves da convenção de aguas calientes que pretendia  discutir a nova constituição mas se tornou uma disputa politica entre a burguesia - apoiava a consolidação capitalista e zapatta - projetos sociais agrarios. Não houve acordo e o grupo de Carranza se refugia em  Vera Cruz. Assim Zapatta tomou o poder. Carranza faz uma campanha ideologica  onde dizia que as cidades poderiam ser invadidas pelos camponeses. Isto gerou uma tensão entre cidade e campo e assim consegue apoio do setor operario e da classe media, pela promessa de reformas trabalhistas. Em 1915 Carranza toma a cidade e empurra Zapata para o campo, enfraquecendo a luta dos camponeses.

Esta consolidação marca a terceira fase, pois é um projeto que atende a interesses burgueses, devido a ampliação de incentivos a industria e ao mercado interno. Em 1916 houve o rompimento com o setor operario devido a repressão as greves. Em 1917 ocorre uma nova constituição, apoiada por carranza, atendendo aos interesses burgueses. Se estabeleceu um mandato de 6 anos - e é assim até hoje. Também fala da separação da igreja e estado e do comprometimento com a educação desde a pre escola. Prevê a reforma agraria  e assim conseguiu o apoio dos camponeses.  Leis trabalhistas tb foram aprovadas. Foi um movimento importante com a queda do regime oligarquico. O regime democratico perdurou até os dias de hoje e o partido politico PRI (partido revolucionario institucional) é até hoje uma força politica importante.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

CONTEMPORANEA 1 - 13/09

CONTEMPORANEA 1 - 13/09

O SOCIALISMO UTOPICO E O ANARQUISMO

O socialismo utopico
- concepção da esfera moral/ideologica como a base determinante do comportamento humano.
- crença na superação racional do individualismo da competição e da influencia da propriedade privada
- defesa das reformas sociais capazes de substituir a concorrencia e o conflito pela harmonia e cooperação

o anarquismo
- critica aos principios da autoridade e aos elementos essenciais do estado moderno
- proposta de uma sociedade natural baseada na auto regulação de individuos e grupos livremente formados
- rejeição da propriedade privada juntamente com o estado, com o estado como principal fonte da desigualdade social

explicação
1 - socialismo utopico
O nome socialismo começa a aparecer no cenario europeu a partir de 1820. O socialismo utopico é uma expressão que rotula o mesmo. Quem forjou este rotulo foi max, onde seu proposito era de desqualificar toas as correntes socialistas anteriores ao socialismo maxista. Então o socialismo utopico foi escrito nos primeiros momentos das industrias e diziam que não é necessaria uma revolução para transformar uma sociedade e sim o terreno da consciencia humana. São novos valores que poderiam gerar uma mudança coletiva. Como se viam como cientistas, os utopicos diziam que por meio de experimentos as reformas começam pela mente. São contra o individualismo e a propriedade privada pois isso influencia negativamente as relações sociais. Então seria substituir ambição e competição por valores como harmonia e cooperação.

2 - o anarquismo
Vertente do socialismo. Criticam toda forma de poder e autoridade da sociedade por serem fontes de opressão. Então, não reconhecem o principio da representação, pois todo governo mesmo eleito   possui leis que oprimem a sociedade. A utopia anarquista é uma sociedade com a auto regulação onde existe a formação de uma comunidade com debates e acordos diretos entre pessoas que vão estabelecer regras gerais para a vida. É uma sociedade natural, onde cada um se organiza para gerenciar as necessidades de cada dia. Ou seja, o anarquismo não é um caos e sim uma forma de ordem que não provem do governo.

sábado, 8 de setembro de 2012

CONTEMPORANEA 1 - 6/09


CONTEMPORANEA 1- AULA 6/09

A COMUNA DE PARIS – 1871

A comuna possui vários significados.  O primeiro é sua associação com o termo comunismo, o que na verdade não é o termo mais adequado. Então o significado que esta palavra assume é de governo autônomo de trabalhadores e democrático, independente onde tem paris a sua sede.

A comuna se via como uma federação de bairros, com democracia direta, onde cada bairro tem uma assembleia com debates sobre a cidade e elegendo representantes. O seu fracasso se deu por não ter um plano concreto e coeso e por falta de um momento de paz já que se deu em tempo de guerra. Existia a falta de experiência militar, pois eram trabalhadores armados. Os membros da comuna eram vistos pelo governo oficial como bandidos e por isso o exercito francês buscou o extermínio.

É uma historia de guerra e de construção de uma nova sociedade.  A assembleia da comuna era o seu coração e paris se separa do resto da frança  como se fosse uma cidade-estado. É um governo soberano, independente e autônomo.  O objetivo é abolir a diferença entre governantes e governados, onde cidadãos trabalham e governam a si mesmos.

A cada decreto era elaborado um cartaz afixado na cidade para que todos pudessem ver as decisões tomadas e debaterem.  Alguns falavam em acabar com privilégios da burocracia, falavam sobre medidas trabalhistas, perdão das dividas, medidas de cunho social, em suma, medidas que sugerem ações futuras pois a maioria das diretrizes só ficaram no papel, por falta de tempo na concretização das mesmas.




CONTEMPORANEA 1 - 30/08


CONTEMPORANEA 1 – AULA 30/08

PRIMAVERA DOS POVOS – 1848/1849

É uma revolução liberal e burguesa e de trabalhadores com elementos ligados ao social.  Teve um sucesso inicial, semeando esperança, com epcentro na frança onde a monarquia constitucional é derrubada e a proclamação da republica dá inicio a essas revoluções na europa. 

A derrota da revolução se deu devido ao seu radicalismo e ousadia das propostas. Combinação entre o nacionalismo e socialismo. A ideia de unificação levou proprietários de terras ir a favor das revoluções na italia e Alemanha, onde diversos povos estavam dominados por uma corte estrangeira.  Esses ideais uniram a classe media, proprietários de terras, e trabalhadores pobres.

O radicalismo das propostas afastou os liberais ricos, já que estes não queriam mudanças socialistas e em 1848 e 1849 ocorre a união desta burguesia junto com os conservadores contra a ameaça à propriedade.

O partido da Ordem dá inicio a reformas através de uma modernização conservadora aliada a paz social que só será quebrada com o levante de paris.
Contribuição: Juliana Zonzim

BRASIL 3 - 5/09


BRASIL 3 – AULA 5/09/2012

A POLITICA DA ABOLIÇÃO

Por que o Brasil foi o ultimo país a abolir a escravidão? Devemos pensar como esta monarquia foi construída.  Esses homens do estado são proprietários de terra e por isso possuem interesses na escravidão. Então é uma relação econômica e cultural, então mexer nisso poderia detonar uma crise na monarquia, já que a consolidação do estado precisa da mão de obra escravista.  As elites não incentivam a imigração já que ganham dinheiro com o trafico negreiro.

A mão de obra escrava controi as obras publicas. Existe um aumento da chegada de escravos devido a expansão do café e aumento das obras na cidade do RJ.  Esta escravidão urbana tem o conceito de escravo ao ganho, ou seja, escravos que trabalham para seus senhores e possuem outras funções em outros lugares, onde parte desta renda vai para o dono e o restante é guardada para comprar sua alforria.  Os donos aceitam o valor porque percebem que a abolição está chegando devido as leis abolicionistas graduais.

Um dos acordos com a chegada de D. João no Brasil com a ajuda da Inglaterra era que acabasse a escravidão no brasil para aumentar o mercado consumidor e também para diminuir a competição com o mercado do brasil, já que seus trabalhadores eram escravos e por isso seus produtos mais baratos diferente das empresas de outros países que tinham que pagar seus trabalhadores e portanto produtos mais caros. Também tem a ver com o puritanismo  inglês, um argumento dos quakers como marca do mundo todo que a escravidão era imoral. Então esses interesses ligados a moral, a economia, a politica e a cultura, e além do discurso de progresso que a Inglaterra tem é que fizeram que o acordo incluísse o fim da escravidão. O que não ocorreu.

Então não foi a pressão inglesa que deu os passos para abolição e sim debates no brasil sobre a situação e portanto a abolição é fruto destes debates e aconteceu de forma gradual e lenta.

Em 1850 foi aprovado o fim do trafico. O estado já está consolidado, a elite tem cargos e o mercado de escravos está abarrotado. Então o fim do trafico ocasiona a condição de africano livre. Com isso o traficante seria julgado pela corte nacional com leis inglesas e o proprietário por uma corte local. O trafico acabou mas ainda temos a escravidão. A questão não é quando fazer a abolição e sim como.

Em 1871 ocorre a lei do ventre livre, onde o escravo nasce livre e fica com a mãe até os 8 anos. Nessa hora o senhor vende o ingênuo ao estado ou o utiliza como trabalhador até os 21 anos, onde o escravo junta pecunio para sua alforria e o senhor é obrigado a aceitar o valor. Com isto ocorre um racha entre senhor e estado já que a lei do ventre livre diminui o poder dos senhores.

Projetos abolicionistas ocorrem de forma gradual, mas com a ideia, eu perco meu escravo mas tenho que ganhar uma indenização do estado.  A lei do exagenário é um exemplo, onde todos os escravos com mais de 60 anos devem ser libertos mas existe a indenização por tempo de trabalho e por isso o escravo trabalha mais 5 anos. Os argumentos dos conservadores para segurar a escravidão é que de que serve abolir escravos com mais de 60 já que estão muito velhos para serem inseridos na sociedade.